domingo, 28 de abril de 2013

Após falhas técnicas, nave russa se acopla à estação espacial

A nave de carga russa Progress foi acoplada com sucesso nesta sexta-feira na Estação Espacial Internacional (ISS), apesar de uma falha técnica registrada dois dias antes da operação, anunciou o centro russo de controle de voos espaciais (Tsoup) e a agência espacial americana (Nasa). "Há uma conexão entre o ISS e a Progress", anunciou um comentarista da Nasa que transmitiu a operação ao vivo em seu site. A antena do sistema de aproximação automática não pode ser acionada, apesar de repetidas tentativas, o que levantou preocupações. A operação, que ocorreu em regime automático, durou quase 10 minutos, um pouco mais do que o habitual, e foi concluída às 12h34 GMT (9h34 no horário de Brasília). A nave, que transporta 2,5 toneladas de equipamentos e suprimentos para a tripulação da estação, foi lançada às 10h12 GMT de quarta-feira do Cosmódromo de Baikonur por um foguete Soyuz.

Fonte: Terra

A mancha de um eclipse

Se você estava na Europa dia 25 de abril, pôde acompanhar esse pequeno eclipse parcial da Lua. O mais interessante é que mesmo num evento sem lá muita importância, os astrofotógrafos conseguem se superar e fazer imagens maravilhosas como essa. A imagem apresenta o momento máximo do eclipse, tanto em cor normal (sem saturação de cores) como também numa visão exagerada das cores. Pode notar de forma interessante a coloração amarelada acentuada pela sombra (ou pela própria penumbra), e ainda assim a coloração vermelha azulada da umbra.

Fonte: Cienctec

sábado, 27 de abril de 2013

Descoberto intenso brilho infravermelho em explosão solar

Um intenso clarão solar foi detectado, pela primeira vez, na faixa de frequências do infravermelho médio e distante. "A faixa de frequências do terahertz é a derradeira fronteira inexplorada no estudo de explosões solares. E esta descoberta, absolutamente inesperada e surpreendente, poderá inaugurar uma nova fase nas pesquisas do Sol", disse o coordenador do projeto, Pierre Kaufmann. Kaufmann é coordenador do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), trabalhando em colaboração com o Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), do Complejo Astronomico El Leoncito, da Argentina, e do Observatório Solar Bernard Lyot, de Campinas (SP). O fenômeno, ocorrido na frequência de 30 terahertz (30 trilhões de Hertz ou 30x1012 Hz), na banda do espectro eletromagnético situada entre o rádio e a luz visível, foi detectado por um novo sistema em operação no observatório de El Leoncito, nos Andes Argentinos. A ocorrência foi detectada no dia 13 de março de 2012, mas foi mantida em sigilo até sua publicação em um periódico científico. Kaufmann tem-se dedicado intensamente ao estudo das emissões solares em terahertz, particularmente com o experimento Solar-T, que será enviado em vôos de longa duração a bordo de balões estratosféricos. Mas, enquanto o equipamento do Solar-T destina-se a observar explosões solares entre 3 THz e 7 THz, o clarão infravermelho ocorreu em uma frequência 10 vezes maior, em uma "janela" com pouca absorção, e, por isso, pôde ser observado do solo, em El Leoncito, apesar da espessa barreira que a atmosfera terrestre interpõe à radiação terahertz. "O intenso brilho detectado em infravermelho apresentou notável coincidência, no espaço e no tempo, com outras emissões, observadas, no solo ou por satélites, em rádio, luz branca, ultravioleta e raios X duros," informou Kaufmann. A conclusão é que todas essas radiações foram provocadas por um mesmo fenômeno, altamente energético. "Nossa principal hipótese é que essas emissões resultem da aceleração de partículas a elevadas energias non campos magnéticos das manchas solares. Mas, além do mecanismo de aceleração das partículas ser ainda ignorado, também não sabemos em que região do Sol ele ocorre, se na superfície ou na atmosfera solar", disse. A grosso modo, os modelos atuais acerca da estrutura do Sol reconhecem quatro grandes regiões: o núcleo, onde ocorrem as reações termonucleares responsáveis pela energia solar; a zona convectiva, palco dos gigantescos movimentos de convecção que transportam a energia do núcleo à superfície; a superfície ou fotosfera; e a atmosfera, constituída por uma fina camada de transição, denominada de cromosfera, e pela coroa, que se estende pelo espaço. A atmosfera é composta por plasmas, gases ionizados muito quentes, permeados por campos magnéticos originados nas manchas solares. As explosões que ocorrem nestas estruturas de plasma magnetizado são, supostamente, fenômenos originados na superfície ou acima dela, na cromosfera e coroa. Mas a causa dessas explosões ainda é desconhecida e sua interpretação constitui um dos grandes desafios da física contemporânea. "Muito embora sejam bem descritas e explicadas as diversas e espetaculares manifestações das explosões, com emissões que vão do rádio aos raios gama, os processos físicos que as originam permanecem misteriosos," comentou Kaufmann. O projeto brasileiro, que tem apoio, entre outros, da FAPESP, do CNPq e da NASA, tem exatamente por objetivo entender esses processos explosivos. E a descoberta agora revelada pode representar um passo importantíssimo nesse sentido, pois abre uma nova "janela", em torno dos 30 THZ, para obtenção de dados desconhecidos.

Fonte: Inovação Tecnológica

Parabéns Clube do Remo!

Caros leitores, desculpe-me por mudar completamente o assunto que me site aborda mas foi inevitável não citar a vitória do meu Leão Azul do Norte, em cima do maior rival, Paysandu. Vale Leão, vamos disputar essa final com muito mais garra do que tivemos hoje. E de quebra, carimbamos a estréia do novo uniforme deles. O Leão devorou o bicho papão (mascote dos bicoletes) - mais uma vez - e a puma (novo fornecedor de material esportivo).
Atletas Azulinos somos nós
Que cumpriremos com o nosso dever
Se um dia quando unidos para luta
O pavilhão sabemos defender

Enquanto o azul bandeira tremuleja
O vento a beija
como a sonhar
Honrando essa bandeira que flameja
Nós todos saberemos com amor lutar

E NÓS ATLETAS TEMOS VIGOR
A NOSSA TURMA É TODA DE VALOR (BIS)

Nós todos no vigor da mocidade
vamos gozando nessa quadra jovial
E nós Azulinos da cidade
rendemos viva ao nosso ideal

Em cada um de nós mora a esperança
Nessa pujança, nosso ideal
E como somos do CLUBE DO REMO
O nosso amor diremos que não tem igual

E NÓS ATLETAS TEMOS VIGOR
A NOSSA TURMA É TODA DE VALOR (BIS).


PARABÉNS LEÃO!