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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Hubble está de volta

Graças ao trabalho duro da equipe de operações, o Hubble está de volta à plena capacidade científica com três giroscópios em funcionamento.
No início da manhã de 27 de outubro de 2018, o Telescópio Espacial Hubble tinha como alvo um campo de galáxias não muito longe da Grande Praça na constelação de Pégaso. Contidos no campo estavam galáxias em formação de estrelas a até 11 bilhões de anos-luz de distância. Com o alvo em sua mira, a Wide Field Camera 3 do Hubble registrou esta imagem. Foi a primeira foto capturada pelo telescópio desde que fechou seus olhos para o universo três semanas antes, e foi o resultado de toda uma equipe de engenheiros e especialistas trabalhando incansavelmente para fazer o telescópio explorar o cosmos mais uma vez.

Fonte: Hubble Site

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Ano Novo: Conheça as estrelas que estarão no céu da virada!

Exatamente à meia-noite dessa terça-feira, após 366 dias o planeta Terra completará mais uma volta em torno do Sol. Foram 939.95 milhões de quilômetros percorridos à incrível velocidade de 107 mil quilômetros por hora. Uma viagem tão suave que nem percebemos. O momento marca o fim desta viagem e o começo de uma nova jornada em torno do astro-rei. Bem vindo 2013! A precisão dessa viagem é tão grande que todos os anos a Terra atinge a mesma posição dentro de sua órbita e as mesmas estrelas que estavam no céu há 366 dias (2012 foi ano bissexto) poderão ser vistas novamente, praticamente no mesmo lugar. Apenas a Lua e os planetas mudaram de posição. Durante a passagem do ano é quase obrigatório olhar para o céu. Ali, milhares de fogos de artifício estarão saudando o ano que chega, com uma infinidade de sons e luzes multicoloridas. Em alguns lugares esse espetáculo dura vários minutos, ao mesmo tempo em que as pessoas, emocionadas, se abraçam e desejam votos sinceros de feliz Ano Novo. Passados os minutos iniciais da comemoração, o brilho dos fogos de artifício vai diminuindo de quantidade e intensidade e nesse momento é normal que as pessoas permaneçam olhando para o céu e falem um pouco sobre as estrelas. Muitas até arriscam os nomes das constelações vistas no firmamento. Se você é uma dessas pessoas, esse artigo foi feito pra você! Ele vai ajudá-lo a reconhecer as diversas constelações e objetos presentes nas primeiras horas de 2013, um momento mágico que deve ser curtido com bastante esperança e sabedoria. O primeiro lugar que as pessoas vão olhar é para o zênite, ou seja, a parte do céu que fica acima da nossa cabeça. É ali que se encontra uma das mais belas constelações do hemisfério sul e que pode ser vista nesta época do ano: a constelação de Órion. Composta principalmente por quatro estrelas formando um quadrado, Órion também tem três estrelas ao centro, que são popularmente conhecidas como as Três Marias - Mintaka, Alnilam e Alnitak. As duas estrelas inferiores do quadrado são Bellatrix, à esquerda e Beteugeuse, à direita. No topo, à esquerda temos Rigel e à direita, Saiph. Se nesta noite você tiver um binóculo ou telescópio, verá que a constelação reserva muitas surpresas. Olhe no quadrante superior, acima das Três Marias. Ali se encontra a nebulosa M42, um dos mais belos objetos do céu. É tão belo que você não vai querer parar de ver! Baixe seus olhos em direção ao Norte e verá a constelação do Cocheiro e ao seu nordeste as estrelas da constelação de Gêmeos onde se destacam Castor e Pollux. Na constelação de Touro, o gigante planeta gasoso Júpiter estará presente. Virando a cabeça para a direita, novas constelações surgirão sobre o quadrante leste, mas quem rouba a cena é a Lua a 10 graus de elevação e a estrela Sírius na constelação do Cão Maior, que estará quase sobre a nossa cabeça. Sírius é facilmente identificável e é a estrela mais brilhante que existe no céu. Sua magnitude é de -1.42 o que a torna uma espécie de farol celestial. Vire-se 90 graus à direita. Você estará olhando para o Sul e o destaque é outra bela constelação que durante muito tempo orientou os grandes navegadores: o Cruzeiro do Sul, que parece sempre abraçado pela constelação do Centauro. Agora que você já conhece um pouco mais o firmamento do primeiro dia do ano, chame os amigos e reúna a família. Após o momento da confraternização leve-os para fora de casa e mostre a eles o céu. É uma boa maneira de começar a curtir o novo ano que bate à nossa porta. Feliz 2013!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Hyades para o feriado

Reconhecida desde a antiguidade e identificada no escudo de Achilles, de acordo com Homer, as estrelas do aglomerado das Hyades formam a cabeça da constelação de Taurus, o Touro. Sua forma geral em V é ancorada pela estrela Aldebaran, o olho do Touro, e de longe a estrela mais brilhante da constelação. Amarelada na sua aparência, a gigante vermelha Aldebaran não é um membro do aglomerado das Hyades. A astronomia moderna coloca o aglomerado das Hyades a 151 anos-luz de distância fazendo dele o aglomerado estelar aberto mais próximo da Terra, enquanto a estrela Aldebaran localiza-se a menos de metade dessa distância na mesma linha de visão. Juntamente com as coloridas estrelas das Hyades, esse belo retrato estelar localiza a Aldebaran um pouco abaixo do centro da imagem, bem como outro aglomerado estelar aberto em Taurus, o NGC 1647, localizado na parte esquerda da imagem, a aproximadamente 2.000 anos-luz ou mais em segundo plano na imagem. As estrelas centrais das Hyades são separadas por mais de 15 anos-luz. Formado a aproximadamente 800 milhões de anos atrás, o aglomerado estelar das Hyades, pode compartilhar uma origem comum com o M44 (Praesepe), um aglomerado estelar aberto que pode ser visto a olho nu em Câncer, com base no movimento do M44 através do espaço e com a impressionante mesma idade.

Fonte: APOD

sábado, 22 de dezembro de 2012

Órion sobre El Castillo

Bem vindos ao dia 21 de Dezembro de 2012, o solstício de Dezembro, o dia em que o mundo não acabou, mesmo de acordo com o Calendário Maia. Para celebrar, a continuidade do mundo, vamos considerar essa bela imagem acima que mostra a constelação de Órion nascendo sobre El Castillo, a pirâmide central em Chichén Itzá, um dos grandes centros maias na Península de Yucatán. Também conhecida como Templo de Kukulkan, essa pirâmide tem 30 metros de altura e 55 metros de largura na sua base. Construída como uma série de terraços quadrados pela civilização pré-Colombiana entre os séculos 9 e 12, a estrutura pode ser usada como um calendário além de ser marcante pelos alinhamentos astronômicos. De fato, os Maias eram astrônomos muito bons e matemáticos dedicados, usando de forma precisa o movimento cíclico das estrelas, do Sol, da Lua e dos planetas para medir o tempo e assim construir os calendários. Podendo ser observadas através das nuvens nessa paisagem do céu noturno, as estrelas da constelação de Órion, o Caçador, representam uma tartaruga no céu Maia. Tak sáamal.

Fonte: APOD

domingo, 15 de julho de 2012

Constelação de Boötes

Boötes (Boo), o Boieiro, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Boötis. Sua estrela mais brilhante é Arcturus. As constelações vizinhas são Draco, Ursa Major, Canes Venatici, Coma Berenices,Virgo, Serpens, Corona Borealis e Hércules.

Créditos: Wikipédia

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Constelações

Na astronomia moderna, uma constelação é uma área internacionalmente definida da esfera celeste. Essas áreas são agrupadas em torno de asterismos, padrões formados por estrelas importantes, aparentemente próximas umas das outras no céu noturno terrestre. Há 88 constelações reconhecidas pela União Astronômica Internacional (UAI) desde 1922. A maioria delas inclui-se nas 48 constelações definidas por Ptolomeu em seu Almagesto, no século II; as outras foram definidas nos séculos XVII e XVIII, sendo que as mais recentes se encontram no céu meridional, definidas por Nicolas Louis de Lacaille em Coelum australe stelliferum (1763). Existem também numerosas constelações históricas não reconhecidas pela UAI, bem como constelações reconhecidas em tradições regionais da astronomia ou astrologia, como a chinesa, a hindu ou a aborígine australiana. O termo do latim tardio constellātiō pode ser traduzido como "conjunto de estrelas". No inglês médio, o termo foi usado a partir do século XIV, também na astrologia, para conjunções de planetas. O sentido astronômico moderno de "área da esfera celeste em torno de um asterismo específico" data da metade do século XVI. O uso coloquial não distingue os sentidos de "asterismo" e "área em torno de um asterismo". O sentido moderno do termo usado na astronomia refere-se às constelações mais como segmentos semelhantes a grades na esfera celeste, enquanto o termo para padrão de estrelas é asterismo. Por exemplo, o asterismo conhecido como Grande Carro corresponde às sete estrelas mais brilhantes da maior constelação da UAI, que é a Ursa Major. A atual lista de 88 constelações reconhecida pela UAI desde 1922 baseia-se nas 48 relacionadas por Ptolomeu no seu Almagesto, no século II. O catálogo de Ptolomeu é relatado por Eudoxo de Cnido, um astrônomo grego do século IV a.C. que introduziu a antiga astronomia babilônica na cultura helenística. Das 48 constelações listadas por Ptolomeu, trinta têm uma história bem mais antiga, remontando pelo menos ao final da Idade do Bronze. Isto se dá, em particular, para as constelações do zodíaco. Os mais antigos catálogos de estrelas e constelações são da antiga astronomia babilônica, iniciando-se na Idade do Bronze média. Os numerosos nomes sumérios nesses catálogos sugerem que eles se baseiam em antigas, mas não atestadas, tradições sumérias da Idade do Bronze inicial. O zodíaco clássico é produto de uma revisão do antigo sistema babilônico na posterior astronomia neo-babilônica (século VI a.C.). O conhecimento do zodíaco neo-babilônico está também refletido na Bíblia Hebraica. E. W. Bullinger interpretou as criaturas que apareciam no Livro de Ezequiel (e, portanto, no Apocalipse) como os sinais do meio dos quatro quartos do zodíaco, com o Leão, o Touro, o Homem representando Aquário e a Águia para Escorpião. O bíblico Livro de Jó, datado dos séculos VI até IV a.C., também cita algumas constelações, incluindo עיש `Ayish, "ataúde", כסיל Kĕciyl, "tolo", e כימה Kiymah, "monte" (Jó 9:9, 38:31-32), representando Arcturus, Órion e Plêiades, pelo KJV, mas `Ayish "ataúde" na realidade corresponde a Ursa Major. O termo Mazzaroth מַזָּרֹות, em Jó 38:32, pode ser a palavra hebraica para as constelações zodiacais. Os gregos adotaram o sistema babilônico no século IV a.C. Um total de vinte constelações ptolomaicas tem continuidade direta desde o antigo Oriente Próximo. Outras dez têm as mesmas estrelas, mas nomes diferentes. A informação é limitada sobre as constelações gregas nativas, encontrando-se alguma evidência em Hesíodo. A astronomia grega essencialmente adotou o sistema babilônico na era helenística, primeiro introduzido na Grécia por Eudoxo de Cnido no século IV a.C. O trabalho original de Eudoxo se perdeu, mas ele sobrevive como uma versificação por Arato, datada do século III a.C.. Os trabalhos mais completos existentes tratando das origens míticas das constelações são do escritor helenístico nomeado pseudo-Eratóstenes e um antigo escritor romano chamado de pseudo-Higino. A base da astronomia ocidental ensinada durante a antiguidade tardia e até o início da Idade Moderna é o Almagesto de Ptolomeu, escrito no século II. A astronomia indiana também se baseia na tradição helenística, transmitida pelos impérios indo-gregos. As constelações em torno do Pólo Sul não eram observáveis ao norte do equador, por babilônicos, gregos, chineses ou árabes. As constelações modernas nesta região foram definidas durante a era dos descobrimentos, principalmente pelos navegadores holandeses Pieter Dirkszoon Keyzer e Frederick de Houtman, no fim do século XVI. Elas foram representadas por Johann Bayer no seu atlas estelar Uranometria, de 1603. Vários outros foram criados por Nicolas Louis de Lacaille, em seu catálogo de estrelas publicado em 1756. Algumas propostas modernas para novas constelações não foram bem-sucedidas; um exemplo é Quadrans, epônimo da chuva de meteoros Quadrantídea, atualmente dividida entre Boötes e Draco. A constelação clássica de Argo Navis foi dividida em várias constelações diferentes, por conveniência dos cartógrafos estelares. Em 1922, Henry Norris Russell ajudou a UAI a dividir a esfera celestial em 88 constelações oficiais. Onde possível, essas constelações modernas normalmente utilizam os nomes das suas predecessoras greco-romanas, como Orion, Leo ou Scorpius. O objetivo do sistema é o mapeamento de áreas, isto é, a divisão da esfera celestial em campos contíguos. Das 88 constelações, 36 situam-se predominantemente no céu setentrional e as outras 52 predominantemente no meridional. As estrelas dos principais asterismos dentro de uma constelação geralmente recebem letras gregas em ordem do seu brilho, pela chamada designação de Bayer, introduzida por Johann Bayer em 1603. Um total de 1.564 estrelas são identificadas assim, das aproximadamente 10.000 estrelas que são visíveis a olho nu. As estrelas mais brilhantes, geralmente aquelas que compõem o asterismo epônimo da constelação, também receberam nomes próprios, frequentemente vindos do árabe. Por exemplo, o "Pequeno Carro", asterismo da constelação Ursa Minor, tem dez estrelas com designações de Bayer, que vão de α UMi a π UMi. Dessas dez estrelas, sete têm um nome próprio: Polaris (α UMi), Kochab (β UMi), Pherkad (γ UMi), Yildun (δ UMi), Urodelus (ε UMi), Ahfa al Farkadain (ζ UMi) e Anwar al Farkadain (η UMi). As estrelas no interior de um asterismo raramente têm alguma relação astrofísica substancial entre si, e sua aparente proximidade quando vistas da Terra esconde o fato de que elas estão afastadas, algumas muito mais distantes da Terra do que outras. Entretanto, há algumas exceções: muitas das estrelas na constelação de Ursa Major (inclusive algumas do Grande Carro) estão realmente próximas umas das outras, viajam pela galáxia com velocidades similares e provavelmente se formaram juntas como parte de um aglomerado que aos poucos se dispersa. Essas estrelas formam o grupo móvel de Ursa Major. Regiões escuras da Via Láctea são mais visíveis e surpreendentes no hemisfério sul que no norte. Elas se destacam nitidamente quando as condições da noite são tão escuras que a região central da Via Láctea lança sombras no chão. Algumas culturas distinguiram formas nessas áreas e deram nomes a essas "constelações de nuvem escura". Membros da civilização inca identificaram várias áreas escuras ou nebulosas escuras na Via Láctea como animais e associaram sua aparição com chuvas sazonais. A astronomia aborígine australiana também descreve constelações de nuvem escura, a mais famosa sendo a "ema no céu", cuja cabeça é formada pela nebulosa do Saco de Carvão.

Créditos: Wikipédia

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Constelação de Cassiopeia

Cassiopeia é o nome de uma constelação próxima do pólo norte celeste, com cerca de 30 estrelas visíveis a olho nu. Cassiopeia (Cas) é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Cassiopeiae. As constelações vizinhas são Camelopardalis, Cepheus, Lacerta, Andromeda e Perseus. A figura formada pelas estrelas próximas à constelação de Cepheus lembra a duma, figura humana sentada num trono – só que de cabeça para baixo. Para os gregos, isso representava a punição por um crime severo e logo associaram essa constelação ao mito de Cassiopeia: a vaidosa rainha da Etiópia que comparou sua beleza à das Nereidas, filhas de Poseidon. Como punição, os deuses exigiram que sua filha, Andrômeda, fosse sacrificada ao monstro Cetus (uma besta similar a uma baleia) para que seu país não fosse inundado pelas ondas de Poseidon.

Créditos: Wikipédia

terça-feira, 3 de julho de 2012

Constelação do Dragão

O Dragão é uma das 88 constelações do céu, a oitava em tamanho. É constituída por uma longa linha de estrelas que corre ao longo da Ursa Menor. Apenas 4 das 12 estrelas são muito brilhantes. As principais estrelas da constelação é chamada Dragão Thouban. As outras estrelas na constelação são Rastaban, Estames, Altais, Edasich e Giansar. A cabeça do Dragão está localizado entre a estrela Vega, na constelação de Lira e da Ursa Menor.

sábado, 30 de junho de 2012

Constelação de Hércules

Hércules é a quinta maior das 88 constelações modernas. Era também uma das 48 constelações de Ptolomeu. Foi nomeada em homenagem a Hércules, um antigo herói grego. Hércules não possui nenhuma estrela de primeira magnitude. Mu Hércules está a 27,4 anos-luz da Terra. O Apex Solar, isto é, o ponto no céu que marca a direção para onde o Sol está se movendo em sua órbita ao redor do centro da Via Láctea está localizado em Hércules, perto de Vega, nas vizinhaças da constelação de Lyra. Hércules possui dois notáveis aglomerados globulares: M13, o aglomerado globular mais brilhante no hemisfério norte, e M92.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Constelação da Ursa Maior

A constelação da Ursa Maior (UMa) é uma das mais facilmente identificáveis nos céus noturnos do hemisfério norte. As suas estrelas principais conferem a esta constelação, uma imagem muito característica como se mostra na figura acima. Das sete estrelas, merece particular destaque Mizar (zeta-UMa). Esta é de fato a estrela mais famosa da Ursa Maior. Uma observação mais atenta, mesmo a olho nu, revela a presença de uma companheira de magnitude aparente 4.3. Trata-se de Alcor, uma estrela da sequência principal. Alcor e Mizar estão separadas por apenas 12 minutos de arco. Contudo este sistema binário é apenas aparente. As duas estrelas estão apenas e tão somente alinhadas quase na mesma direção cerca 3 a 4 anos luz distante. Em pequenos telescópios é possível observar um terceira estrela, de magnitude aparente 4.0, a apenas cerca de 15 segundos de arco de Mizar. Trata-se de Mizar B, que conjuntamente com Mizar A (anteriormente designada apenas por Mizar) forma um verdadeiro sistema binário de estrelas.

domingo, 24 de junho de 2012

Constelação de Pegasus

Pegasus (Peg), o Cavalo Alado, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Pegasi. As constelações vizinhas são: Andromeda, Lacerta, Cygnus, Vulpecula, Delphinus, Equuleus, situando-se a norte de Aquarius e Pisces. Alpha Pegasi (Markab), Beta Pegasi (Beta-Scheat), e Gamma Pegasi (Gama-Algenil), em conjunto com Alpha Andromedae (Alpheratz, Sirrah ou alfa-Andrómeda-Sirrah) formam o grande asterismo conhecido como Quadrado do Pégaso. A estrela 51 Pegasi é notável por ser a primeira estrela parecida com o Sol a ter um planeta extrassolar conhecido. Na mitologia grega, na Constelação de Pégaso está registrada uma bela estória de amor. Pégaso foi o cavalo alado que ajudou Perseu a salvar sua amada Andrômeda das garras de um monstro marinho chamado Cetus. Pégaso nasceu do sangue que jorrou no mar quando Perseu arrancou uma das cabeças da medusa, monstro de várias cabeças que petrificava todos que o olhassem. Montado em seu cavalo alado, Perseu carrega a cabeça arrancada e mira para Cetus petrificando-o e assim salva sua amada.

Créditos: Wikipédia

domingo, 17 de junho de 2012

Constelação de Andrômeda

Andrômeda (And), a princesa mitológica Andrômeda, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Andromedae. As três estrelas mais brilhantes dessa constelação boreal são Sirrah (alfa) e Mirach (beta), de magnitude aparente 2,06, e Almak (gama), de magnitude aparente 2,26. Estão quase em linha reta e eqüidistantes e encontram-se no prolongamento do quadrado de Pégaso. O objeto mais distante visível a olho nu, a Galáxia de Andrômeda (M31 ou NGC224), encontra-se na área dessa constelação.

Créditos: Wikipédia

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Constelação de Perseu

O herói Perseu, é uma constelação do hemisfério celestial norte. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Persei. As estrelas mais brilhantes desta constelação são: Mirphak no umbigo de Perseu HIP15863 (aPer) de magnitude aparente 1,19, Algol (Beta de Perseu), Algol, foi considerada na antiguidade a estrela do Demônio, está no olho da cabeça da medusa, junto com (p Per), magnitude aparente 2,12 e Gama de Perseu de magnitude aparente 2,93. As constelações vizinhas são Camelopardalis, Cassiopeia, Andromeda, Triangulum, Aries, Taurus e Auriga.

domingo, 10 de junho de 2012

Constelação de Ofiúco

Ofiúco, ou serpentário, é uma constelação distribuída sobre o equador celeste. Representa um homem segurando uma serpente. A cabeça de Ofiúco fica próxima da constelação de Hércules, e seus pés sobre a constelação do Escorpião. Embora seja uma constelação em que o Sol passe de 30 de novembro a 17 de dezembro, ela não faz parte do zodíaco. Mas vale citá-la aqui. A linha vermelha na figura abaixo é a linha da Eclíptica. Na mitologia grega, Ofiúco era tido como o deus grego da medicina chamado de Esculápio. Ele ressuscitava os mortos. Hades, deus do Inferno, temendo que isto o atrapalhasse em seu comércio de almas mortas, pediu a Zeus que matasse Esculápio com um raio. Zeus pôs Esculápio entre as estrelas, onde é visto segurando uma serpente, símbolo da cura.

Créditos: UFMG

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Constelação de Libra

Libra significa balança. Está localizada entre Virgem e Escorpião. Representa a balança da justiça segurada por Virgem. O Sol passa em Libra de 31 de outubro a 22 de novembro. Para os gregos antigos, esta constelação fazia parte do Escorpião sendo suas garras. Por isso, suas duas estrelas mais brilhantes, ainda chamadas de Zubenelgenubi (alfa librae), veja seta vermelha na figura acima, e Zubeneschamali (beta librae), seta alaranjada na figura acima, significam “garra do sul” e “garra do norte”, respectivamente.

Créditos: UFMG

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Constelação de Sagitário

O nome Sagitário deriva da palavra em latim sagitta que significa seta. Foram os romanos que deram o nome à constelação de Sagitário. É uma brilhante constelação do Zodíaco, entre Escorpião e Capricórnio. Tem como característica um padrão de estrelas que lembra o formato de um bule. Localiza-se próxima a região do céu onde está situada a direção do centro da nossa galáxia, Via Láctea. O Sol passa em Sagitário de 18 de dezembro a 18 de janeiro.

Créditos: UFMG

domingo, 3 de junho de 2012

Constelação de Áries

Seu nome significa carneiro. Situa-se entre Peixes e Touro, e não é muito brilhante. Uma das formas de encontrá-la no céu é localizar as Plêiades (grande aglomerado aberto de estrela na constelação de Touro), pois fica próxima a este aglomerado. O Sol passa em Áries de 19 de abril a 13 de maio. Na mitologia grega, representa o carneiro cujo velocino de ouro estava num carvalho na Cólquida, costa leste do mar Negro. Jasão e os argonautas fizeram uma viagem para levar o velocino à Grécia.

Créditos: UFMG

sábado, 2 de junho de 2012

Constelação de Oitante

Representa um instrumento náutico chamado de Octante ou Oitante, que serve para dividir um círculo em oito partes, o que facilita a tomada de medidas angulares na astronomia e navegação. A constelação foi criada pelo astrônomo francês Nicolas Louis de Lacaille no século XVI. Ela comemora o Octante, que foi inventado por John Hadley em 1731. A maioria das estrelas do Octante tem pouco brilho aparente, incluindo sigma (σ) octantis, a estrela do pólo Sul (que na verdade está a um grau a partir do pólo sul verdadeiro atualmente). Por seu brilho tão ínfimo, é difícil vê-la a olho nu. Por isso, não temos no hemisfério sul uma estrela brilhante para demarcar um local próximo ao pólo assim como a estrela polar Norte, Polaris (Ursa Menor). Mas podemos encontrar o local aproximado do pólo Sul celeste usando a constelação do Cruzeiro do Sul.

Créditos: UFMG

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Constelação de Hidra

Hidra é a maior constelação da esfera celeste. Estende-se por mais de um quarto do céu, passando perto de constelações como, a Balança, o Centauro, o Corvo, a Taça, o Sextante e Câncer. É difícil de ver no céu, pois suas estrelas em geral têm pouco brilho, e é uma constelação muito extensa. O que mais chama a atenção nesta constelação é a região da cabeça, formada por seis estrelas de brilho modesto. Na mitologia grega, Hidra era um monstro de muitas cabeças morto por Hércules em um de seus doze trabalhos. Mas no céu é representada como uma cobra d’água de uma só cabeça.

Créditos: UFMG

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Constelação de Cão Menor

Representa o menor dos cães de caça de Órion. O único ponto de interesse é a sua alfa, Procyon. O nome significa em grego "antes do cão", referindo-se ao fato de que esta estrela aparece no céu, do Hemisfério Norte, um pouco antes de Sírius nascer. Está a cerca de 11,4 anos-luz de distância, e está quase tão perto de nós quanto Sírius.

Créditos: UFMG